de manhã, uma chuva encostou em mim.
era brava, de não fazer silêncio.
trouxe meus pertencezinhos para dentro.
a mãe assou pão e não deixou sair.
estou com 23 agora.
sinto o cheiro da fornada.
a mãe anda pela casa.
e eu não posso sair.
Publicado em 16 de julho de 2007 às 11:09 por amaranta
se tiver tempo da uma olhadinha em "hoje acordei com minha mãe nos olhos" lá no contra-ordem.blogspot.com... acho que se relaciona com esse doce poema... mas lá é o lado amargo. beijos, jeff